Final.

  TCE - Tratado Cosmológico Espacial

Atualiz. 24/11/13 

A  HISTÓRIA  DE  POLINCÓGNITO

É a história de um 'ser' que vive secretamente em uma região muito antiga, que pode estar localizada em qualquer parte da Terra (isso não importa).

- Ele tem que existir!

Era o que diziam todos os que investigaram a sua existência, pois as evidências eram muitas, tais como: trilhas, pegadas, sobra de alimentos... embora sua característica fosse de um ser invisível.

Polincógnito continuava normalmente seu roteiro por toda parte, sem que ninguém jamais o tivesse visto. Esse fato incomodava as autoridades da época, pois não se tinha nenhum controle sobre ele, e não sabiam ao certo o que ele representava, ou em que poderia influenciar... Isso não era bom.

Como ninguém conseguia vê-lo, já havia um grupo grande de homens dizendo que Polincógnito não era real e que tudo não passava de imaginação.

Um dia, dois investigadores muito inteligentes e respeitados de uma cidade chamada Gocachi, tiveram uma ideia, desenvolveram um projeto e resolveram aplicá-la para provar a existência de Polincógnito, pois a sociedade da época, não se conformava mais com aquele mistério.

Então, os dois montaram uma "rede" muito fina de um lado ao outro de um suposto caminho por onde o ser misterioso costumava passar, e disseram:

- Se Polincógnito existe mesmo, ao passar pela rede, ela irá balançar e com isso... tudo será esclarecido!

Esperaram... Esperaram... Esperaram muito tempo... e nada!  Mudaram a posição da rede várias vezes horizontalmente e, mesmo assim, nada foi observado, constatado ou registrado.

Alguns observadores que acompanhavam aquela importante hipótese propuseram uma outra explicação:

- Pode ser que ele seja tão delicado e sutil, que passe pela rede sem que ninguém perceba...

Mas a maioria, inclusive os dois experimentadores, passaram a acreditar que Polincógnito de fato não existia... ignorando todas as evidências.

Passado uns dias, apareceu um rapaz desconhecido chamado Trebla, dizendo que tinha a solução para o caso, e disse também aos investigadores:

 - De fato o Polincógnito não existe e nem precisa existir para produzir as evidências, porque na verdade, quem existe mesmo é o Huncógnito, e para provar sua existência é só colocar uma rede deitada rente ao chão (não em pé como antes), pois, pelas minhas previsões, ele vai passar nessa região daqui a duas semanas, e todos poderão ver a rede curvar-se para baixo.

E, para surpresa de todos, no momento certo, puderam ver a rede 'curvar-se' como previsto por Trebla, que ficou muito famoso e respeitado.

Huncógnito passou a ser responsável por muitas ocorrências estranhas que aconteciam nas regiões, embora também, nunca pudesse ser visto. E, Polincógnito foi esquecido pela maioria da sociedade.

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CONCLUSÃO:

A história de Polincógnito é muito semelhante à história de Michelson e Morley (M&M), sendo Polincógnito o Éter, Huncógnito o Espaço-curvo e o Trebla, Albert Einstein.

Ela demonstra, entre outras coisas, como o “ponto de vista” (posição do observador) pode afetar totalmente a compreensão de um fenômeno natural.

O objetivo principal da experiência de M&M era provar a existência do ‘Éter', que deveria interferir na propagação de um feixe Luz a uma distância de apenas 2 (dois) metros de percurso... E, Einstein propôs um experimento que mostraria exatamente uma interferência na propagação de uma Luz, que viajava há milhares de 'anos luz', proveniente de uma estrela em direção à Terra, que sofreu um desvio nas proximidades do Sol, para um observador daqui da Terra...

Opa! Se o Espaço se ‘curva', é porque ele existe, tem massa, se movimenta pela radiação solar... E provar que o ‘Éter' não existe, ou que não interfere na Luz? - Uai!! Como não?!

Então, tudo depende do 'ponto de vista' do observador!

A melhor contribuição de Einstein foi justamente esta: 

Tudo é Relativo!

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Agora uma pergunta ao leitor:

- Percebeu qual é a diferença de Polincógnito para Huncógnito?

- Quer saber? [clique aqui ]

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Leia a seguir outro artigo muito interessante: A Trilogia Universal

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